quarta-feira, dezembro 20, 2006

NOP - Núcleo Orgânico Performático

O Núcleo Orgânico Performático é formado por músicos, atores, artistas plásticos, dançarinos, terapeutas, pesquisadores e educadores, reunidos num trabalho experimental, utilizando as sonoridades orgânicas do corpo, através da percussão corporal, da exploração de recursos vocais, e instrumentos sonoros feitos de materiais alternativos. Busca resgatar uma musicalidade instintiva, criativa e lúdica, chamada "música espontânea"*.

Atualmente o NOP consolida-se num processo de auto-gestão. Seus integrantes são: Anabel Andrés, Andréa Pimentel, Daniela Lasalvia, Jamil Giúdice, Lila Natal, Mauro Nascimento, Sandro Dozena, e Ully Costa. O grupo conta com a criação de instrumentos alternativos da Luthieria do Reciclável, de Jamil Giúdice.

Originou-se na Orquestra Orgânica Performática, criada no ano 2000 pelo músico, compositor, e pesquisador da música corporal Stênio Mendes, com a colaboração do também músico, multiinstrumentista e pesquisador da música corporal, Fernando Barba, na Universidade Livre de Música Tom Jobin - Brooklin / SP, como núcleo de experimentação artística e pedagógica, com o objetivo de transformar cada membro num agente multiplicador da proposta de utilizar os recursos da percussão vocal/corporal, e estimular a investigação de materiais alternativos e suas possibilidades sonoras.

O Núcleo Orgânico Performático, tem se apresentado em diversos eventos com o foco nas questões éticas, ambientais e sociais, em teatros, ONGs e escolas, entre eles Teatro São Pedro, Crowne Plaza, UNESP, Instituto Ghoethe, Escola Suiço-Brasileira, União Cultural Brasil Estados Unidos, Centro Cultural Monte Azul, Centro Cultural São Paulo, SESC, MASP e outros.
Permita-se contagiar por esta aventura musical!

* Música Espontânea é um conceito musical que vem sendo desenvolvido e divulgado desde os anos 80 por Stênio Mendes e Djalma Corrêa, que se baseia na capacidade de improvisação e experimentação de uma musicalidade instintiva e essencialmente lúdica, cuja exploração de timbres e estéticas não convencionais, remetem a expressões musicais de povos primitivos, e tradições milenares, possibilitando uma profunda vivência da individualidade criativa, e da interação musical em grupo. Uma das principais referências iniciais dessa proposta encontra-se na escola do ator, cantor e pedagogo alemão Theophil Maier.


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