terça-feira, fevereiro 20, 2018

Enquanto te esperava, selecionava os melhores momentos tentando sobreviver àquela avalanche de críticas constante, buscando o nascer do sol por trás do teu iceberg, querendo sentir calor. 
Após a última mentira, me vejo agora livre, não espero mais. E faz sol. Eu sou o sol.
pois não é que um dia depois dessa postagem de 2017 fui varrida por um furacão de acontecimentos, emoções e sentimentos, e abriram-se tantas possibilidades, e tanto nó emaranhado foi destrinchado, que ainda estou aqui me aprumando...

Hora dessas eu conto quase tudo.

Coisa boa é ver filha crescer com atitude, graça, carinho, apesar da saudade da infância que (me) dá, entrando numa puberdade linda, dando seus primeiros voos (eu de olho, claro!).
Tantos questionamentos, desejos, umas tantas decepções, reflexões que surpreendem pela maturidade, e ainda momentos de pura ingenuidade e doçura quase infantil, que ficam só pra quem convive mesmo, pois lá fora tem que agir feito alguém bem mais maduro... E essa musicalidade incrível que ela tem! Me senti tão privilegiada numa tarde de arrumação do quarto acabar organizando sozinha as gavetas enquanto ela toca ukullele e canta as músicas que curte. Podia ficar dias nessa arrumação! :)

Por outro lado, tive que enxergar que enquanto há mulheres aprofundando vínculos e realmente abrindo novos caminhos dentro dessa sociedade colonialista patriarcal (ainda), há outras que ardilosamente lembram aquelas piadinhas machistas do século passado, onde a atitude oportunista pra derrubar a outra era tida como certa. Apesar do discurso de fachada feminista que hoje é de bom tom. Isso é difícil de engolir, mas ainda é, a meu ver, sintoma de adestramentos e escravidão sexual desses séculos todos.

Dos astros tenho tido muitos presentes em forma de amizades, viagens e música. Concretizando cada vez mais caminhos que pressenti ou esbocei na imaginação. Encontrando pessoas que olham nos olhos. Evitando um pouco (na verdade ao máximo...)  as que me projetam suas sombras, e as que evitam olhar pra si pra não sair da leveza de superfície. Sorrisos largos às vezes afloram em lágrimas de gratidão, compaixão, saudade, inspiração pra seguir.

quarta-feira, dezembro 20, 2017

2017 de acontecências!

Orquestra do Corpo no camarim Barbatuques 20 Anos




Vocacional (sobrevive) Equipe Oeste Sul
Vocacional Dança CEU Cantos do Amanhecer










show no Instituto Juca de Cultura com Priscila Magella e Carlinhos Ferreira


Além da Expansão dos Desertos com Lucimara e Jamil


e com a participação especial de minha querida mãe Dália

Fechando o ano com novos amigos no Arte pela Cura 

Águas de São Paulo contra a intolerância com Zé Márcio e Macaia
Danças Circulares na tradição hindu UMAPAZ
Celebração de Lua Cheia de Vessak
Gravando com o bardo alagoano caboclo Eliezer Teixeira
Jaraguá é Guarani - reencontrando meus amigos da aldeia na luta contra o Marco Temporal
celebrando a recuperação do Barba com a Orquestra do Corpo
Barbatuques+Orquestra do Corpo+Stênio Mendes+Ivan Vilela. Viva, Barba
Sarau do Imigrantes com Entrelatinos


Sarau dos Imigrantes com Entrelatinos, meus amigos novos


reencontro com meus companheiros de Orquestra Orgânica
Canto e Dança pra Curar 
Gravando meu CD com Itamar 
Gravando meu CD com Vignini

Vozes Bugras no Ponto de Luz
Turma dos idosos da Fundação Dorina Nowill com minha mãe




Canto e Dança pra Curar 2018

Abrindo o ano e liberando espaço para SENTIR e SER!
Inscrições abertas!