Bota pra tocar

terça-feira, setembro 25, 2007

Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção


Confira esta lista triste e tenebrosa.

http://www.mma.gov.br/port/sbf/fauna/lista.html

Foto: Hyla izecksoni
Perereca

22 DE SETEMBRO DE 1914

Hoje completa 93 anos do primeiro contato pacífico entre Botocudo/Xokleng e a equipe do Serviço de Proteção aos Índios.

Pra quem não sabe, no país inteiro as terras sem registro foram consideradas devolutas pela lei Imperial de 1850, ou seja, estavam "desocupadas". Em SC as empresas colonizadoras e o governo estimularam a partir de então, a vinda de imigrantes europeus que logo formaram seus núcleos coloniais, no Vale do Itajaí e diversas áreas em direção oeste do Estado.

O choque entre indígenas e colonos não foi pacífico. Os Botocudo cercados pelos núcleos coloniais, estavam sendo exterminados por grupos de bugreiros patrocinados pelo Governo Estadual. Em 1908 houve o Congresso de Americanistas em Viena e esta situação foi denunciada em nível internacional. O governo envergonhado criou em 1910, com o apoio de Candido Mariano da Silva Rondon, o Serviço de Proteção aos índios e Localização de Trabalhadores Nacionais.

Em SC o SPI começou a atuar em 1912 e dois anos após, é feito o primeiro contato amistoso, sob a liderança de Eduardo de Lima e Silva Hoerhann. Com isso iniciou-se o processo de pacificação entre indígenas e colonos.
Escrevo isso não para comemorar, mas para lembrar um fato acontecido na história catarinense, muito abordado pela literatura histórico-antropológia, porém pouco esclarecido.

Quem quiser saber mais:

HOERHANN, Rafael C. L.S. O Serviço de Proteção aos Índios e os Botocudo: a política indigenista através dos relatórios (1912.1926). 2005 - http://www.tede.ufsc.br/teses/PHST0236.pdf

Rafael Casanova Hoerhann
(mensagem enviada para a comunidade "História Indígena" do orkut)

quinta-feira, setembro 20, 2007

MADREGAIA

Demorou, mas nasceu!!!!!!! Não percam, vai ser lindo.



SHOW DE LANÇAMENTO DO CD
'MADREGAIA' DE DANI LASALVIA

DIA 20 DE SETEMBRO ÀS 21H

SESC POMPÉIA - SÃO PAULO/SP
Rua Clélia, 93


INGRESSO: R$ 12,00

terça-feira, setembro 18, 2007


Hoje bati o carro e me surpreendi, não só mais uma vez, mas de novo!, com a forma como certos acontecimentos são respostas tão rápidas a solicitações que lançamos ao Universo. Diferentemente de Clarice Lispector, não achei muito sutil o deus. Nada sutil! Mas muito claro!
São pessoas tão interessantes que, se não fosse por um acidente, a gente nunca na vida encontraria (ou será que encontraria de qualquer maneira?). Me desarmou tanta sinceridade, honestidade e amabilidade. Um homem bom!

quarta-feira, setembro 12, 2007

A estrada de tijolos amarelos

Não podia deixar pra depois, tava aqui matutando... acho que muita gente pensou, ou sentiu, que o que foi discutido através dos e-mails no e-grupo do Tantra , era uma batalha, onde alguém teria que sair vitorioso. Para esclarecer, o que eu quis enfatizar é que a estratégia para reforçar os vínculos não estava funcionando, a meu ver, e isso porque eu gosto muuuuuuuuuuito do nosso encontro, do nosso processo de redescoberta, e do cuidado que trocamos com nossos parceiros. Cada vez fica mais claro que é preciso coragem para amar, para além do borboletear, que tem também outra lindeza, com membranas pra discordar, não pra mandar tudo à merda, porque não correspondeu a uma expectativa, mas, com sinceridade, se possível olhando nos olhos, e com amor, ultrapassar o enfrentamento e entrar na dialética do amor. Saimos todos vitoriosos.

Coragem, lembram do leão do Mágico de Oz? Inteligência, lembram do espantalho? Sentimento, lembram do homem de lata? Voltar para casa, lembram da Dorothy? É preciso caminhar pela estrada de tijolos amarelos, e superar um monte de desafios, mas se vamos juntos, nos ajudamos, no próprio caminho vamos descobrindo nossas qualidades, e no final nossos vínculos nos transformaram, e a toda a paisagem, antes mesmo de voltar ao grande Mágico, além do arco-íris!
Imagem: "O Mágico de Oz", dir. Victor Fleming, 1939, com Ray Bolger, Jack Haley, Judy Garland, Bert Lahr